Saúde · Atenção primária e cofinanciamento

Portal Clínico

O Portal Clínico é o registro eletrônico de saúde da atenção primária, centrado no paciente e ligado aos sistemas que a rede já usa. Além do cuidado, ele acompanha os componentes do cofinanciamento federal e mostra onde o município está perdendo nota antes do repasse ser calculado.

Gestores municipais e estaduais de saúdeDiretores de unidade e apoiadoresEquipes eSF, eAP, eSB e eMultiAgentes comunitários de saúde
Modelo
SaaS por assinatura ou licenciamento, em faixas por porte populacional do município ou do estado
Implantação
Nuvem com datacenter no Brasil, ambientes de sandbox e produção liberados em até 30 dias
Responsabilidade de dados
O ente público é controlador e a Alicerce opera os dados, no formato previsto para políticas públicas de saúde
O contexto

A nota do cofinanciamento cai por um cadastro que ninguém revisou

O cálculo do repasse da atenção primária depende de cadastro consistente, vínculo dentro do teto e acompanhamento registrado. Cada uma dessas peças mora num sistema diferente, e a secretaria costuma descobrir o problema quando o valor já chegou menor.

  • 01

    Cadastro individual sem o domiciliar correspondente perde o peso dobrado no componente de Vínculo.

  • 02

    A equipe passa do teto de pessoas vinculadas e o excedente não conta para nota nenhuma.

  • 03

    O agente comunitário sai para busca ativa com uma lista feita à mão, sem risco estratificado.

  • 04

    O painel de qualidade só fecha depois que o quadrimestre acabou.

O que a plataforma faz

O que muda na rotina de quem opera

01

Interoperabilidade que entra sem projeto de dois anos

A conexão com e-SUS APS, SCNES, RNDS, laboratório, imagem, prontuários privados e Gov.br é nativa, sobre HL7 FHIR v4 e OpenEHR, então cada novo sistema entra por configuração e não por desenvolvimento.

02

Cofinanciamento visível durante o quadrimestre

Painéis separados por componente Fixo (com equidade e IED), Vínculo, Acompanhamento Territorial e Qualidade mostram a nota parcial enquanto ainda dá tempo de corrigir cadastro e produção.

03

Correção cadastral que volta em repasse

A plataforma aponta as inconsistências entre cadastro individual e domiciliar, controla o teto de pessoas por equipe e evita que o município perca faixa de repasse por erro de preenchimento.

04

Microárea georreferenciada e risco estratificado

O território aparece dividido por microárea, com estratificação clínica e de vulnerabilidade, e o roteiro de busca ativa do agente comunitário sai da própria base.

05

Aplicativo do cidadão com a marca do município

O morador acessa receitas, exames, vacinas e histórico, autoriza quem pode ver o que e enxerga cada acesso registrado, dentro do que a LGPD exige em serviço público de saúde.

Medido em operação
40%menos exames repetidos sem necessidade
33%menos encaminhamentos redundantes
30 diasaté sandbox e produção no ar

Redução observada em redes com a camada de interoperabilidade em operação. A plataforma sustenta a infraestrutura do projeto Saúde Conectada Recife.

Ficha técnica

Como o Portal Clínico é contratado

Modelo
SaaS por assinatura ou licenciamento, em faixas por porte populacional do município ou do estado
Implantação
Nuvem com datacenter no Brasil, ambientes de sandbox e produção liberados em até 30 dias
Responsabilidade de dados
O ente público é controlador e a Alicerce opera os dados, no formato previsto para políticas públicas de saúde
Integra com
e-SUS APSRNDSSCNESGov.brSistemas de laboratório (LIS)Sistemas de imagem (RIS)HL7 FHIR v4OpenEHR
Para quem
  • Gestores municipais e estaduais de saúde
  • Diretores de unidade e apoiadores
  • Equipes eSF, eAP, eSB e eMulti
  • Agentes comunitários de saúde
Próximo passo

Quer ver o Portal Clínico rodando com dado da sua rede?

A demonstração é feita com um recorte real da sua operação, não com base fictícia. Antes dela, a gente pede acesso de leitura a uma amostra e mostra o que aparece.