Saúde · Registro clínico interoperável

Prontuário Eletrônico

O prontuário reúne o que cada ponto da rede registrou e devolve ao profissional uma visão contínua do paciente, da atenção básica à internação. A troca de dados usa padrão internacional aberto, o que encurta a integração com o que já está instalado.

Gestores de saúde municipais e estaduaisHospitais e ambulatórios de média e alta complexidadeProfissionais assistenciaisCidadãos atendidos na rede
Modelo
Camada de interoperabilidade escalável, adaptada ao porte da rede
Implantação
Operação começa no mesmo mês da instalação
Integração
HL7 FHIR sobre os sistemas assistenciais já contratados
O contexto

O histórico do paciente está inteiro, só que espalhado

Cada serviço guarda o seu pedaço do atendimento e nenhum deles enxerga o conjunto. O custo disso aparece na repetição: exame refeito, encaminhamento duplicado, prescrição decidida sem saber o que o outro serviço já tentou.

  • 01

    O especialista pede de novo o exame que a unidade básica fez há três semanas.

  • 02

    A troca de informação entre serviços depende de o paciente lembrar e levar o papel.

  • 03

    Projeto de interoperabilidade com licença internacional custa mais que o orçamento anual de tecnologia de um município médio.

  • 04

    Sem trilha de auditoria, ninguém consegue dizer quem abriu o registro de quem.

O que a plataforma faz

O que muda na rotina de quem opera

01

Integração em padrão aberto

A conexão com softwares, aplicativos e sistemas do SUS e da saúde suplementar é feita em HL7 FHIR, com implantação medida em semanas e não em anos de desenvolvimento sob medida.

02

Visão longitudinal do cuidado

O profissional abre uma linha do tempo com atendimentos, exames, prescrições e encaminhamentos de todos os serviços, o que reduz erro de conduta e evita repetir o que já foi feito.

03

O dado é do cidadão

O paciente autoriza quem acessa, quando e para quê, e cada consulta ao registro fica gravada para auditoria posterior.

04

Tecnologia nacional

A plataforma é desenvolvida no Brasil e não carrega licença internacional, o que coloca projeto de interoperabilidade dentro do orçamento de município fora das capitais.

Medido em operação
40%menos exames e procedimentos repetidos
33%menos encaminhamentos desnecessários

Redução medida em redes com o prontuário integrado em operação.

Ficha técnica

Como o Prontuário Eletrônico é contratado

Modelo
Camada de interoperabilidade escalável, adaptada ao porte da rede
Implantação
Operação começa no mesmo mês da instalação
Integração
HL7 FHIR sobre os sistemas assistenciais já contratados
Integra com
HL7 FHIRSistemas hospitalaresProntuários da atenção básicaSaúde suplementar
Para quem
  • Gestores de saúde municipais e estaduais
  • Hospitais e ambulatórios de média e alta complexidade
  • Profissionais assistenciais
  • Cidadãos atendidos na rede
Próximo passo

Quer ver o Prontuário Eletrônico rodando com dado da sua rede?

A demonstração é feita com um recorte real da sua operação, não com base fictícia. Antes dela, a gente pede acesso de leitura a uma amostra e mostra o que aparece.